27/07/2005 18:19



Acordei meio irritada!...

(27/07)

Auto lembrete
Jamila Casimiro


Eu sou assim, sou curiosa, impaciente
Desorganizada, inconstante,
Birrenta e tenho baixa tolerância a frustração!
Me apaixono em segundos e tenho raiva por meses
Impulsiva e irracionalmente sentimental
Retraída e racionalmente cautelosa.
Me jogo. Com cordão de segurança.
Boogie Jump de sentidos
Cuidado!
É preciso resguardo;
Os ferimentos da última queda ainda estão a cicatrizar.

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Encontro de amigos e bate papo

Fui apresentada a esse lugar maravilhoso pela Ana Adeve, minha companheira de luta e de muitas outras histórias.
Nada do que diz a reportagem abaixo é mentira! O lugar é ótimo, fora do roteiro Jardns -Centro , você se sente em casa a começar pela campainha que deve ser tocada ao chegar,tem uma cozinha digna dos bons críticos da cidade.
Sonzinho ambiente proporciona um verdadeiro sentimento de receber amigos em casa.
Eu fui. Amei.
Meus amigos foram e amaram!
E vc? Não vai?

fonte: mix brasil


Sara Kali
Restaurante GLS na Vila Mariana é bem aconchegante


Da Redação 27/7/2005

Para quem reclama que está difícil encontrar um lugar para bater papo com as amigas, o Sara Kali é a solução. O bar e restaurante, aberto em junho na capital paulista, é uma das melhores opções da cidade para quem procura diversão e boa comida.

O Sara Kali reúne um povo variado, a maioria mulheres, que vai até lá para comer bem, colocar a conversa em dia e, claro, paquerar. De militantes gays a modernos em geral, o bar consegue ser um bom espaço para o exercício da diversidade.

A fundadora, Márcia Cabral , é, ela mesma, militante do grupo lésbico Minas de Cor – além de ser uma chef de cozinha de mão cheia. Criativa, Márcia montou um cardápio que reúne influências francesas, italianas, brasileira e mexicana, sua especialidade.

Sua sócia, Marisa Fernandes , é do Coletivo de Feministas Lésbicas, o que garante mais uma vez a mistura de públicos – já marca registrada da casa.

O projeto das duas, no entanto, é mais do que oferecer comida, bebida e boa conversa. Elas querem que o Sara se transforme em um espaço onde a comunidade GLBT e simpatizantes se identifiquem e, dessa forma, possam sentir orgulho de sua orientação sexual. Bacana, não? “Nossa idéia é buscar uma integração. Ninguém come ou bebe com o inimigo. Alem disso, tem uma idéia de celebração na comida e na bebida”, conta Marisa. “Pelo convívio, as pessoas vão aprendendo a lidar com universos diferentes, o que é um exercício de cidadania”, completa.

O ambiente é bem aconchegante. Lembra a casa de um amigo. È um sobrado em um bairro residencial e, na parte de cima, funciona o CFL.

No sábado à tarde, uma suculenta feijoada enche de energia moças simpatizantes. Ela vem servida na cumbuca, maneira mais clássica, (R$ 15) ou em pratos individuais (R$ 10). Na primeira opção, o cliente pode se servir quantas vezes quiser. O tempero da Márcia deixa saudades e o prato não pesa depois. Tente descobrir o segredo. “Os ingredientes são todos frescos e a feijoada nunca é congelada”, explica Márcia. A casa abre à uma da tarde, já com tudo pronto. O atendimento é rápido, mas as donas avisam que não precisa ter pressa de ir embora. Fofas. Quem prefere a comida mexicana, vai se deliciar com os tacos. Os preços, são muito convidativos – vá sem medo. Sobre a mistura de influências no cardápio, Márcia diz que é decorrência do seu trabalho no restaurante Mestiço – outro ponto tradicional de São Paulo. “Gosto de pensar em cardápios que satisfaçam a todos: desde quem quer uma salada porque está de regime até quem quer um sanduíche bem grande”. Entre as sugestões da chef, ela destaca o “Marie de la mér”, um prato de influência francesa com filé mignon ao molho de gorgonzola, batatas com sálvia e tomates levemente adocicados com açúcar mascavo e aceto balsâmico. Tudo isso por R$ 28 para duas pessoas. Quer saber um segredo? Não está no cardápio, mas se você pedir comida tailandesa, ela faz.

Para beber, além das ofertas tradicionais, experimente as cachaças. São mais de 20 rótulos com preços que variam de R$ 2 a R$ 4,50. Peça a da reserva especial Sara Kali, feita em um alambique no interior de São Paulo.

No momento, a casa funciona de quinta a sábado para o público e às terças e quartas para eventos. Nos planos de ampliação estão abrir para o almoço, montar um sistema de delivery e dar aulas para formação de cozinheiras. Perfeito, não?

Sara Kali
Rua Dr. Neto de Araújo, 327
Vila Mariana
Telefone: (11) 5904 3435
Qui. e Sex.: a partir das 17 horas. Sáb.: das 13h às 17h.




enviada por Sofie






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